quarta-feira, 29 de junho de 2016

Plantas tóxicas para cães e gatos - PREVINA acidentes!

Veja abaixo as plantas tóxicas para nossos patudos! 

Prevenir também é amar.


  • Alamanda (Allamanda cathartica)
    A parte tóxica é a semente.
  • Antúrio (Anthurium sp)As partes tóxicas são folhas, caule e látex.
  • Arnica (Arnica Montana)
    A parte tóxica é a semente.
  • Arruda (Ruta graveolens)
    A parte tóxica é a planta toda.
  • Avelós (Euphorbia tirucalli L.)
    A parte tóxica é toda a planta.
  • Beladona (Atropa belladona)
    As partes tóxicas são flor e folhas. – antídoto: Salicilato de fisostigmina.
  • Bico de papagaio (Euphorbia pulcherrima Wiild.)
    A parte tóxica é toda a planta.
  • Buxinho (Buxus sempervires)
    A parte tóxica é são as folhas.
  • Comigo ninguém pode (Dieffenbachia spp)
    As partes tóxicas são as folhas e o caule.
  • Copo de leite (Zantedeschia aethiopica Spreng.)
    A planta é toda tóxica.
  • Coroa de cristo (Euphorbia milii)
    A parte tóxica é o látex.
  • Costela de Adão (Monstera deliciosa)
    As partes tóxicas são as folhas, caule e látex.
  • Cróton (Codieaeum variegatum)
    A parte tóxica é semente.
  • Dedaleira (Digitalis purpúrea)
    As partes tóxicas são flor e folhas.
  • Espada de São Jorge (Sansevieria trifasciata)
    A parte tóxica é toda a planta.
  • Espirradeira (Nerium oleander)
    A parte tóxica é toda a planta.
  • Esporinha (Delphinium spp)
    A parte tóxica é semente.
  • Hibisco (Hibiscus)
    A parte tóxica são as flores e as folhas.
  • Fícus (Ficus spp)
    A parte tóxica é o látex.
  • Jasmim manga (Plumeria rubra)
    As partes tóxicas são flor e látex.
  • Jibóia (Epipremnun pinnatum)
    As partes tóxica são as folhas, caule e látex.
  • Lírio da paz (Spathiphylum wallisii)
    As partes tóxicas são as folhas, caule e látex.
  • Mamona (Ricinus communis)
    A parte tóxica é semente.
  • Olho de cabra (Abrus precatorius)
    A parte tóxica é semente.
  • Pinhão paraguaio (Jatropha curcas)
    As partes tóxicas são semente e fruto.
  • Pinhão roxo (Jatropha curcas L.)
    As partes tóxicas são as folhas e frutos.
  • Saia branca (Datura suaveolens)
    A parte tóxica é semente.
  • Saia roxa (Datura metel)
    A parte tóxica é semente.
  • Samambaia (Nephrolepis polypodium). Existem vários tipos de samambaias e outros nomes científicos. Essa é apenas um exemplo, todas são tóxicas.
    A parte tóxica é são as folhas.
  • Taioba brava (Colocasia antiquorum Schott)
    A parte tóxica é toda a planta.
  • Tinhorão (Caladium bicolor)
    A parte tóxica é toda a planta.
  • Vinca (Vinca major)
    As partes tóxicas são a flor e folhas.
  • Link Original Cachorro verde

    Foto Ficacãomigo

terça-feira, 28 de junho de 2016

Câncer em cães: quais os tipos mais comuns e quais os principais sintomas?

Quais são os tipos de câncer mais comuns em cães?
Os cânceres, também conhecidos como neoplasias na veterinária, são mais comuns em fêmeas do que em machos, e os mais comuns são os de pele (carcinoma epidermoide), câncer de mama, câncer testicular. Além, é claro, dos cânceres internos em vários órgãos, como útero, ovários, baço, fígado e pulmões.

É possível prevenir o câncer canino?
Não há formas de prevenir o câncer canino, pois é uma predisposição genética, mas no caso de tumores do aparelho reprodutor, sim, é possível prevenir se realizada a castração antes do primeiro cio nas fêmeas ou antes da maturidade sexual nos machos.
CASTRE sempre!

Fêmeas que tiveram filhotes durante a vida têm menos chance de desenvolverem câncer?
Isso é um mito que vem de estudos na medicina humana, na qual mulheres com um filho ou mais têm menos chances de ter cânceres.

É mais fácil o cão ter câncer conforme ele for ficando mais idoso? O risco de desenvolver câncer tem algo a ver com idade, ou há cães filhotes que podem desenvolver a doença?
Com certeza a idade avançada favorece o aparecimento de cânceres, principalmente quando já se tem a predisposição genética para o problema.

Há alguma raça que tenha mais frequência de câncer?
Todas as raças estão susceptíveis ao problema, não tendo tanta predisposição racial, mas claro que alguns fatores físicos e anatômicos favorecem o problema, como uma pelagem clara pode ser mais susceptível ao câncer de pele.

Quais são os sinais de um câncer?
É muito difícil de identificar um câncer em fase inicial, por isso é recomendado levar o animalzinho periodicamente ao veterinário, que esse, sim, está habituado a constatar anormalidades e iniciar o processo de tratamento o quanto antes, evitando assim consequências graves que o problema possa trazer.

Como o câncer é diagnosticado?
O diagnóstico principal é baseado em exames laboratoriais, histopatológicos e punções e biopsias dos cânceres. Passando, claro, primeiro pelo diagnóstico clínico geral para solicitação de tais exames.

Como prevenir o câncer de pele em cães? Existem protetores solares específicos? Como deve ser a utilização?
Já existem no mercado alguns protetores solares específicos para cães, mas os custos ainda são muito altos. Diante disso, temos a opção de utilizar protetores solares humanos mesmo, passando principalmente na barriga e no focinho do animal sempre que ele for para área desprotegida e nos horários de maior incidência solar.

Como é feito o tratamento do câncer?
O tratamento é dividido em três partes: terapêutica, curativa e paliativa. Grande parte dos tumores tem uma solução cirúrgica que é a mais segura e eficaz; temos também para alguns casos a utilização da quimioterapia, que tem uma resposta variando de animal para animal, além do tratamento paliativo, que contorna os sintomas dos tumores, como inflamação, dor.

No caso de câncer no sangue, o cachorro faz quimioterapia, como os humanos? Como é o tratamento?
Nos cães também se utiliza a quimioterapia, mas em doses mais baixas e menos agressivas do que em humanos, pois na veterinária o intuito é de trazer qualidade de vida ao animal e não buscar a cura por completo! Hoje em dia se consegue, sim, grandes resultados nos tratamentos dos cães com a quimioterapia e também com as cirurgias. Basta conseguir diagnosticar o problema o quanto antes possível.
Já obtive muitos resultados positivos com a quimioterapia e a remoção cirúrgica de tumores, e acredito que hoje a eutanásia – que era realizada quando se acreditava que o câncer era uma doença sem cura – esteja distante deste quadro, sendo somente praticada em casos extremos que chamamos de terminais, quando há presença de metástase do tumor para órgãos fundamentais do animal, como é o caso do pulmão.

*Fica o alerta a todos os proprietários que não têm intenção de cruzar seu animal para realizar a castração o quanto antes possível, para evitar na idade senil alguns problemas, como as neoplasias.

Arthur César Ferreira, médico-veterinário formado pela UniPinhal, atua na cidade de Campinas e região.
Obs: Parte em rosa acrescentada ao texto por Ficacãomigo, cartaz de autoria desconhecida.



domingo, 26 de junho de 2016

Ideia para imitar! Casinhas nas ruas para animais abandonados em Lages, SC


Projeto instala casinhas nas ruas para animais abandonados em Lages, SC

Serão colocados 500 abrigos espalhados pelos 71 bairros do município.
População tem ajudado a cuidar. 'Já vi cobertores dentro delas', diz jovem

500 casinhas serão instaladas nos 71 bairros da cidade (Foto: Bruna Uncini/Divulgação)500 casinhas serão instaladas nos 71 bairros da cidade (Foto: Bruna Uncini/Divulgação)
"Essa é minha casa, fui abandonado. Por favor, me ajude com água e comida. Se não puder ajudar, tudo bem, mas por favor não me faça nenhum mal, eu não faço mal a ninguém. Obrigado!"
Recados como esse acompanham casinhas para animais de rua que estão sendo instaladas em Lages, na Serra catarinense. A iniciativa de voluntários prevê instalar 500 delas nos 71 bairros da cidade, que costuma registrar temperaturas próximas de 0°C no inverno.
Até esta quinta-feira (2), 40 já abrigavam cachorros e gatos abandonados. Iniciado há pouco mais de um mês, o projeto já recebeu propostas de outros estados. "É uma corrente do bem", define a empresária Bruna Uncini, de 26 anos, que criou o projeto "Ajude um animal de rua" .
Além das plaquinhas, recadinhos de conscientização também foram colados nas casinhas (Foto: Bruna Uncini/Divulgação)Recados de conscientização também foram colados
nas casinhas (Foto: Bruna Uncini/Divulgação)
Ao lado das duas irmãs, Bruna se engajou na causa animal quando tinha 16 anos: "Quando eu comecei a ganhar meu próprio dinheiro, queria investir na causa. Daí começamos a resgatar animais e levar para castração e abrigos, por conta própria", conta.
Filhotinhos abandonados
Porém, há pouco mais de um mês, quando atravessava uma rodovia, a jovem encontrou uma sacola abandonada com filhotes de cachorro recém-nascidos.
"Isso pra mim foi decisivo. Quando eu percebi que o trabalho de formiguinha não estava mais adiantando muito, me deu aquele estalo: se não consigo tirar todos da rua, por que não dar um lar pra eles, na rua mesmo?".
Acredita que logo nos primeiros dias eu já vi cobertores dentro delas? As pessoas colocaram por conta própria"
Bruna Uncini, criadora do projeto
Corrente de ajuda
Para arcar com o custo das casas, Bruna encontrou dois parceiros: Bruno Hartmann, da Gerência de Proteção Animal de Lages, e Clênia Souza, do grupo de voluntário Adote Lages.
"Juntos, conseguimos, depois de receber a autorização da prefeitura, fazer um boca a boca e cada vez mais arrecadar voluntários e doações".
Além de empresários da cidade, uma campanha online também alavancou o projeto. "Muitas pessoas, mesmo fora da campanha na internet, me deram o dinheiro de livre e espontânea vontade", conta Bruna.
Segundo Bruna, os próprios moradores já colocaram cobertores nas casinhas (Foto: Bruna Uncini/Divulgação)Segundo Bruna, os próprios moradores já colocaram cobertores nas casinhas (Foto: Bruna Uncini/Divulgação)
O projeto
Para dar o pontapé inicial no projeto, a jovem começou a pensar na estrutura das casinhas, levando em consideração o clima frio da região. Foi então que, em uma conversa com um atendente de uma agropecuária, Bruna descobriu uma empresa em Rio do Sul, no Vale, que poderia produzir os abrigos.
"Lages é muito fria e as casinhas estão ao ar livre, então optamos por escolher um material de alumínio que, no inverno, conserva 40% do calor dentro".
A primeira leva de 20 unidades foi recebida no dia 23 de maio. Outras 20 foram instaladas no último dia 30.
Na próxima segunda-feira (6), 40 novas casinhas chegarão à cidade. Até o momento já foram contemplados os bairros Centro, São Cristóvão e Coral.
Padrinhos
As primeiras unidades foram patrocinadas por empresas da cidade, o que tornou o projeto ainda mais popular.
"Colocamos uma plaquinha em cada uma das casinhas com o nome da empresa que apadrinhou estas".
Material das casinhas foi escolhido para aquecer os bichinhos (Foto: Bruna Uncini/Divulgação)Material das casinhas ajuda a manter temperatura
no frio (Foto: Bruna Uncini/Divulgação)
As casinhas, que abrigam até dois cachorros de porte médio, mais a plaquinha, custam R$ 118 cada uma. "Tu acredita que logo nos primeiros dias eu já vi cobertores dentro delas? As pessoas colocaram ali, por conta própria".
Além da estrutura de abrigo, nas próximas semanas serão instalados comedouros ao lado das casinhas para que os próprios moradores alimentem os bichinhos.
2ª e 3ª etapa
A segunda etapa do projeto, segundo Bruna, é recrutar veterinários voluntários que façam a castração e vacinação dos animais. Para controlar o fluxo de bichinhos, todas as casinhas foram numeradas.
"Com essa numeração conseguiremos que o processo seja feito por etapas, por exemplo: tal dia, as casinhas de um a 10 vão receber os tratamentos, e por aí vai. Já temos 10 veterinários que se inscreveram pra ajudar".
Em um terceiro momento, a jovem quer levar conscientização à comunidade e escolas. "Tudo começa com a educação. Só precisamos do projeto porque as pessoas abandonam os animais e é isso que temos que mudar, levando à conscientização".
Projeto contou com o apoio da comunidade lageana (Foto: Bruna Uncini/Divulgação)Projeto contou com o apoio da comunidade lageana (Foto: Bruna Uncini/Divulgação)
Popularização
A popularização do projeto foi tão grande que a lageana conta já ter recebido mais de 20 ligações, uma delas de São Bernardo do Campo, em São Paulo, onde um rapaz pediu que Bruna o orientasse e enviasse moldes do projeto. 
"Quem me ligava, dizia que não queria copiar, mas isso é o que eu mais quero! Já que não posso tirar todos da rua sozinha, espero que se espalhe por mais e mais lugares a cada dia. Nada se faz sozinho, você pode ter uma ideia, mas se cada um fizer a sua parte, tudo fica mas fácil".  
Matéria copiada DAQUI


sábado, 25 de junho de 2016

Charges sobre uma vergonha brasileira - o assassinato da onça JUMA

Sinto muito. Muitíssimo. 
Por você e por todos os animais que humanos matam diariamente, sob pretextos diversos. Não compre, não coma, não mate, não use vidas!
  






Fonte - Facebook


quarta-feira, 22 de junho de 2016