sexta-feira, 8 de janeiro de 2016

Apresento AMBER, depois de quase 3 meses ho$pedada.



Amber tem este nome pela cor dos seus olhos, de âmbar. Ela está linda. Agora. Mas sofreu e por muito, muito pouco,  não foi mais uma vítima da CINOMOSE

Não vacinar e abandonar é matar lentamente, e ainda matar outros em volta, que tiveram contato com o animal infectado. 

Roseane Mangrich postou o pedido de ajuda para Amber no facebook e resolvi assumir mais esta anjinha. No dia 19 de outubro ela a levou para a ho$pedagem da Sônia, onde está até hoje, em tratamento para a cinomose. Os primeiros sintomas foram secreção nos olhos, que começou um mês depois dela estar hospedada e 15 dias após a vacina. O kit de exame que existe para a doença confirmou o diagnóstico. Cinomose é um vírus e, se quiser saber mais, leia AQUI. Tem cura, claro, mas depende do estado geral do animal e o tratamento é bem caro (muito mais barato previnir)! Não dá para saber exatamente como ela se contaminou, o fato é que já terminou o tratamento prescrito e agora está tomando vitaminas para fortalecer seu sistema imunológico e neurológico. 
Agradeço os cuidados da Sônia e as dicas da Rosa Elisa, Jane, Karina e claro, da veterinária dela, a Tati Evangelista. Os primeiros exames detectaram anemia, mas os de agora mostraram que hematócrito e demais itens estão - todos - dentro da normalidade. Mesmo assim, para considerá-la totalmente curada e fora de risco, o prazo é de 3 meses. Só me resta cuidar para que nada falte à ela e rezar com a fé de sempre! Depois é castrar e conseguir uma excelente adoção. Minha FIONA é uma sobrevivente da cinomose e está há 10 anos comigo, firme, forte e fofíssima. Tenho certeza que Amber vai ter  a mesma sorte! Me ajudem nas orações? Obrigada
 
 
As fotos acima foram do dia 20 de dezembro, linda e gordinha de novo, mas ela chegou a ficar pele e osso (fotos abaixo)  e achei que ia perdê-la. Junto com a medicação, fiz comidinhas para ela, que chamo de "levanta defunto", a base de carnes, que eu não como, mas em casos assim, abro exceção. Quem dava as comidas na boca e de seringa era a Sônia, pois com as filhotinhas que assumi não podia trazê-la para o apto, além do meu cãozinho Nemo que vive doente e não é vacinado, pois a imunidade dele vive baixa e a vacina contém vírus. Enfim, não é fácil. Valeu Sônia, pela dedicação. Amber e eu somos gratas!