quinta-feira, 6 de setembro de 2012

ORGULHO! Sabrina adotada, na mídia!

Muito bacana que os meios de comunicação divulguem histórias de adoções e incentivem as pessoas a ADOTAREM animais resgatados e/ou diretamente da rua. A cadelinha Sabrina, da foto abaixo,  foi resgatada por Rosa Elisa Villanueva no início de 2010 e, aos 3 meses, eu assumi a fofa e coloquei numa ho$pedagem, onde ela ficou até que a Raquel me ligou, querendo adota-la. Bem adotada, por sinal! Obrigada pela linda matéria, ADOREI!!! Aqui no BLOG também têm lindos animais para adotar e eu tomei a liberdade de incluir, abaixo...


Cidade
Emocionantes histórias de adoção de cães abandonados
Desde 2010, quando foi adotada, a amorosa vira-lata Nina é a companheira inseparável da artista plástica Lena Costa
Publicada em 04-09-2012
A artista plástica Lena Costa com a vira-lata Nina, adotada em 2010
Caroline Borges cuida com muito zelo dos quatro bichinhos que tem em casa. Todos foram vítimas de abandono e encontraram carinho e amor na casa da professora. Nazaré, uma gata persa, chegou até Caroline após ter sido recusada por uma colega que havia perdido um gato recentemente. As gatas Nega e Branquela foram adotadas numa agropecuária próxima da casa dela e faziam parte de uma ninhada de cinco filhotes. Depois veio Cidinha, uma cachorrinha vira-lata encontrada na escola onde a mãe de Caroline trabalhava.

Por último, ela adotou Iva, da raça pastor-alemão que ainda é filhote e apronta todas. “A Iva chegou por meio da ONG Ação 4 Patas. Comentei com uma amiga o desejo de ter um cachorro de porte grande e no mesmo dia apareceu uma ninhada”, lembra. Em breve, Iva será castrada, ao completar seis meses de vida. “Ela foi trazida pela equipe da ONG e eu assinei um termo de adoção”, completa. Caroline confessa que a pena é a principal motivação para a adoção dos animais, além da paixão por eles, claro!

A artista plástica Lena Costa adora cachorros e em 2010, após perder um shitsu, ganhou das filhas Raquel e Melina uma vira-lata de presente do Dia das Mães. “A Nina veio com dois meses para nossa casa. Ela é muito dócil e amorosa, como se estivesse sempre retribuindo nossa iniciativa de abrigá-la”, conta Lena. “Costumo dizer que é nossa Kate Midleton, que de plebeia passou a ser princesa”, brinca a artista, que vê na adoção uma forma de minimizar os problemas enfrentados com o abandono de animais. Lena também tem um gato adotado, Gabu, que está há quatro anos com ela.

Protetoras

A mesma paixão que incentiva Caroline e Lena a adotar animais faz com que a jornalista Suzete Antunes atue como protetora. Ela tem Mixa, uma gata que manda na casa há 12 anos, e a cachorrinha Luna, que está junto dela há 15 anos. “Foram elas que me despertaram para a proteção animal”, conta Suzete, que cuida ainda do cãozinho Billy numa hospedagem em São José e procura um lar para ele.

A protetora Annita Petry, uma das mais atuantes em Florianópolis, também conta que o desejo de ajudar os animais surgiu quando comprou seu primeiro cachorro, o Nemo, que está com nove anos. “Ele veio muito doente e cuidar dele me fez enxergar o descaso com os animais, especialmente aqueles criados para venda”, diz. A protetora tem um blog que criou para ajudar a cuidar deles. “Atuo de forma educativa e ajudo a anunciar aqueles animais que precisam de um lar”, explica. Annita tem um perfil no Facebook, o Fica Cãomigo, onde busca voluntários dispostos a adotar ou a oferecer um lar de apoio temporário aos animais recolhidos. “Tenho quatro cachorros no meu apartamento  e mantenho outros cinco em lares de apoio, mais alguns em hospedagem”, contabiliza.

Adoção vem crescendo

Por mês, pelo menos 30 cães saem do canil localizado no Centro de Zoonoses de Florianópolis, no Itacorubi, para novos lares. O número ainda é muito baixo comparado com o de cães resgatados vítimas de maus tratos.

“Percebo que a cultura da adoção de animais já está bem disseminada em Florianópolis e isso tem contribuído muito para reduzir o número de animais de rua”, avalia Karla Souza Pinto, presidente da ONG Instituto É o Bicho. Ela é uma das primeiras Organizações Não-Governamentais voltadas ao bem-estar animal e também foi pioneira no uso de sites para divulgar animais para adoção. Karla explica que a maioria dessas entidades conta com lares de apoio de voluntários. “As melhores adoções são realizadas por meio da divulgação na internet. As que ocorrem em feiras geralmente são impulsionadas por um desejo momentâneo”, revela. “O abandono de animais de raça também é comum. Temos encontrado muitos chow-chow em Florianópolis”, comenta Karla, citando outras raças como cocker e poodle. O instituto promove a adoção de aproximadamente 90 cães e gatos por mês.

Exigências
Dalva Schmengler, que atua no departamento administrativo do Centro de Controle de Zoonoses, explica que cada cachorro que chega ao canil é tratado e, se estiver bem de saúde, já recebe um microchip, que passa a monitorá-lo. “Todos são castrados também quando atingem a idade ideal para este procedimento. Se a adoção ocorre antes, a castração fica garantida por meio do termo de adoção”, detalha Dalva.

O termo exige que o animal não fique acorrentado, tampouco confinado em canil. Além disso, é preciso garantir que a casa tem espaço e condições de receber o animal, o que é conferido de perto pelos fiscais. “Também contamos com voluntários nos bairros. Qualquer denúncia que chega ao centro é apurada por nossos funcionários. Se constatada alguma incoerência em relação ao termo de adoção, o cão é resgatado”, afirma Dalva.

Onde adotar

Ficacãomigo: www.ficacaomigo.com 
É o bicho: www.eobicho.org.br
OBA: www.obafloripa.org
AMAR: www.amigosdosanimaisderua.com.br
Ação 4 Patas: www.facebook.com/acaoquatropatasCentro de Zoonoses (ao lado do Cemitério do Itacorubi): 3338-9004
Elida Hack Ruivo

LINK original: http://imagemdailha.com.br/noticias_detalhes.php?id=1109&cat=5