sábado, 31 de janeiro de 2015

Sobre MAUS TRATOS - completíssimo!

Texto copiado de  TUDO SOBRE CACHORROS. Cartaz abaixo, sem créditos.

Como denunciar Maus Tratos

Qualquer ato de maus-tratos envolvendo um animal deverá ser denunciado na Delegacia de Polícia. Aconselhamos que os casos de flagrante de maus-tratos e/ou que a vida de animais estejam em risco, acione a Polícia pelo 190 e aguarde no local até que a situação esteja regularizada.   

A Lei 9605/98 (Lei de Crimes Ambientais) prevê os maus-tratos como crime de comina as penas. O decreto 24645/34 (Decreto de Getúlio Vargas) determina quais atitudes podem ser consideradas como maus-tratos. Sempre denuncie os maus tratos. Essa é a melhor maneira de combater os crimes contra animais.
Quem presencia o ato é quem deve denunciar. Deve haver testemunha, fotos e tudo que puder comprovar o alegado. Não tenha medo. Denunciar é um ato de cidadania. Ameaça de envenenamentos, bem como envenenamentos de animais, também podem e devem ser denunciados.

O que pode ser considerado maus-tratos?


  • Abandonar, espancar, golpear, mutilar e envenenar;
  • Manter preso permanentemente em correntes;
  • Manter em locais pequenos e anti-higiênico;
  • Não abrigar do sol, da chuva e do frio;
  • Deixar sem ventilação ou luz solar;
  • Não dar água e comida diariamente;
  • Negar assistência veterinária ao animal doente ou ferido;
  • Obrigar a trabalho excessivo ou superior a sua força;
  • Capturar animais silvestres;
  • Utilizar animal em shows que possam lhe causar pânico ou estresse;
  • Promover violência como rinhas de galo, farra-do-boi etc. Outros exemplos estão descritos no Decreto Lei 24.645/1934, de Getúlio Vargas.

  • Lei Federal 9.605/98 – dos Crimes Ambientais Art. 32º

    Praticar ato de abuso, maus-tratos, ferir ou mutilar animais silvestres, domésticos ou domesticados, nativos ou exóticos:
    Pena: detenção, de três meses a um ano, e multa. 

    § 1º Incorre nas mesmas penas quem realiza experiência dolorosa ou cruel em animal vivo, ainda que para fins didáticos ou científicos, quando existirem recursos alternativos. 

    § 2º A pena é aumentada de um sexto a um terço, se ocorre morte do animal. 

    Como denunciar Maus Tratos

    1) Certifique-se que a denúncia é verdadeira. Falsa denúncia é crime conforme artigo 340 do Código Penal Brasileiro. 
    2) Tendo certeza que a denúncia procede, tente enquadrar o “crime” em uma das leis de crimes ambientais. 

    3) Neste momento, você pode elaborar uma carta explicando a infração ao próprio infrator e dando um prazo para que a situação seja regularizada. 
    O que deve conter a carta:

  • A data e o local do fato
  • Relato do que você presenciou
  • O nº da lei e o inciso que descreva a infração
  • Prazo para que seja providenciada a mudança no tratamento do animal, sob pena de você ir à delegacia para denunciar a pessoa responsável.
  • Se for situação flagrante ou emergência chame o 190;
    Ao discar para o 190 diga exatamente: – Meu nome é “XXXXX” e eu preciso de uma viatura no endereço “XXXXX” porque está ocorrendo um crime neste exato momento. Provavelmente você será questionado sobre detalhes do crime, diga: – Trata-se de um crime ambiental, pois “um(a) senhor(a)” está infringindo a lei “XXXXX” e é necessária a presença de uma viatura com urgência.
    4) MODELO DE CARTA DENUNCIA5) Sua próxima preocupação é com a preservação das provas e envolvidos. Se possível não seja notado até a chegada da polícia, pois um flagrante tem muito mais validade perante processos judiciais. 
    6) Ao chegar a viatura, apresente-se com calma e muita educação. Lembre-se: O Policial está acostumado a lidar com crimes muito graves e não deve estar familiarizado sobre as leis ambientais e de crimes contra animais. 

    7) Neste momento você deverá esclarecer ao policial como ficou sabendo dos fatos (denúncia anônima ou não), citar qual lei o(a) senhor(a) está infringindo e entregar uma cópia da lei ao policial. 

    8) Após isso, seu papel é atuar junto ao policial e conduzir todos à delegacia mais próxima para a elaboração do TC (Termo Circunstanciado). 

    9) Ao chegar à delegacia apresente-se calma e educadamente ao Delegado. Lembre-se: o Delegado de Polícia está acostumado a lidar com crimes muito graves e não deve estar familiarizado sobre as leis ambientais e de crimes contra animais. 

    10) Conte detalhadamente tudo o que aconteceu, como ficou sabendo, o que você averiguou pessoalmente, a chegada da viatura e o desenrolar dos fatos até aquele momento. Cite a(s) lei(s) infringida(s) e entregue uma cópia ao Delegado (Isso é muito importante)

    11) No caso de animais mortos ou provas materiais é necessário encaminhar para algum Hospital Veterinário ou Instituto Responsável e solicitar laudo técnico sobre a causa da morte, por exemplo. Peça isso ao Delegado durante a elaboração do TC. 

    12) Todo esse procedimento pode levar horas na delegacia. Mas é o primeiro passo para a aplicação das leis e depende exclusivamente da sociedade. Depende de nós! 

    13) Nunca esqueça de andar com cópias das leis

    14) Siga exatamente esse roteiro ao chamar uma viatura e tenha certeza que o assunto será devidamente encaminhado. 

    15) Se a Polícia não atender ao chamado, ligue para a Corregedoria da Polícia Civil e informe o que os policiais disseram quando se negaram a atender. Mencione a Lei 9605/98.

    Lembre-se: 

    1) Fotografe e/ou filme os animais vítimas de maus-tratos. Provas e documentos são fundamentais para combater transgressões. 

    2) Obtenha o maior número de informações possíveis para identificar o agressor: nome completo, profissão, endereço residencial ou do trabalho. 

    3) Em caso de atropelamento ou abandono, anote a placa do carro para identificação no Detran. 

    4) Peça sempre cópia ou número do TC e acompanhe o processo. 

    5) É extremamente importante processar o infrator, para que ele passe a ter maus antecedentes junto à Justiça. 

    6)Não tenha medo de denunciar. Você figura apenas como testemunha do caso. Quem denuncia, na prática, é o Estado. 


    Telefones:

  • IBAMA – Linha Verde: 0800 61 80 80
  • Disque Meio Ambiente: 0800 11 35 60
  • Corpo de Bombeiro: 193
  • Polícia Militar: 190
  • Ministério da Justiça: www.mj.gov.br 

  • SÃO PAULO
    Disque-Denúncia:181 ou (11) 3272-7373 
    Ministério Público: www.mp.sp.gov.br /(11) 3119-9015 / 9016 
    Promotoria de Justiça do Meio Ambiente: (11) 3119-9102 / 9103 / 9800 
    Corregedoria da Polícia Civil: (11) 3258-4711 / 3231-5536 / 3231-1775 
    Corregedoria da Polícia Militar: 0800 770 6190 
    Secretaria de Segurança Pública: www.ssp.sp.gov.br 
    Polícia Militar Ambiental: www.polmil.sp.gov.br 
    Delegacia do Meio Ambiente: (11) 3214-6553 
    Ouvidoria da Polícia: 0800-177070 / www.ouvidoria-policia.sp.gov.br 
    Prefeitura de São Paulo: http://sac.prodam.sp.gov.br 
    Superintendência do Ibama: (11) 3066-2633 / (11) 3066-2675 
    Ouvidoria Geral do Ibama: (11) 3066-2638 / 3066-2638 / (11) 3066-2635 / lverde.sp@ibama.gov.br 

    BRASÍLIA
    ProAnima: (61) 3032-3583 

    Delegacia do Meio Ambiente da Polícia Civil: (61) 3234-5481 

    Gerência de Apreensão de Animais: (61) 3301-4952 

    Ministério Público: (61) 3343-9416 

    RIO DE JANEIRO
    Ministério Público: (21) 2261-9954 

    Crueldade e Maus-Tratos em Programas de TV: Se você viu uma cena de maus-tratos, incentivo ou apologia à crueldade com animais em um programa de TV, Não fique quieto! DENUNCIE ao Ética na TV – “Quem financia a Baixaria é Contra a Cidadania". 

    Ética na TV: www.eticanatv.org.br 

    Crimes na Internet Sites, comunidades e perfis que incitem ou façam apologia aos maus tratos com animais é crime:Incitação a Crime – Art 286 do Código PenalApologia de Crime ou de Criminoso – Art. 287 do Código Penal 

    Delegacia de Meios Eletrônicos de São Paulo: dig4@policia-civ.sp.gov.br /(11) 6221-7011

    Como proceder quando alguém ameaça envenenar seus animais, queixa comum quanto a gatos e cães:

    1) A “ameaça” é um crime e está previsto no art. 147 do Código Penal (Ameaçar alguém, por palavra, escrito ou gesto, ou qualquer outro meio simbólico, de causar-lhe mal injusto e grave: Pena – detenção, de um a seis meses, ou multa). 
    Segundo os penalistas como Julio Fabbrini Mirabete, a ameaça deve ser capaz de intimidar, aquela capaz de restringir a liberdade psíquica da vítima, com a promessa da prática do mal grave e injusto. O “mal” d que fala a lei, é justamente esse envenenamento que pode matar, bem como outro mal qualquer como ferir, mutilar o seu animal. O crime se consuma no momento em que a vítima toma conhecimento da ameaça. A ameaça é crime que se apura mediante representação da vítima ou de seu representante legal, na Delegacia de Polícia. 

    Na dúvida sobre registrar a ameaça de envenenamento em Termo Circunstanciado ou Boletim de Ocorrência, fui pessoalmente à Ouvidoria da Polícia, que me orientou registrar um B.O. com o título “Preservação de Direitos”. 

    Faz-se necessário, portanto, o registro de Boletim de Ocorrência por infração ao Código Penal a fim de resguardar os seus direitos conferidos pelo art. 5º da Constituição Federal (vida, liberdade, igualdade, segurança e propriedade) e os dos animais, protegidos pela Lei Federal n.º 9.605 de 1998, para que no futuro possa ser acionado o Réu no Poder Judiciário. 

    Você, querendo, pode pedir para consignar que em virtude da ameaça você tem medo de sair de sua casa e, ao voltar, encontrar suas crianças envenenadas, além dos seus animais. 

    Não se esqueçam de que a nossa Polícia Preventiva está aí para: Proteger a coletividade, Assegurar direitos, manter a ordem e o bem-estar, efetuar prisões em flagrante e de egressos das prisões.

    Obras e artigos consultados:

  • Direito dos Animais, de Laerte Fernando
  • Direito dos Animais, de Diomar Ackel Filho;
  • Constituição Federal/88;
  • Código Penal;
  • Ouvidoria da Polícia Civil do Estado de São Paulo.

  • Fonte: 
    http://tudosobrecachorros.com.br/2010/10/maus-tratos-contra-animais-denunciar.html


    sexta-feira, 30 de janeiro de 2015

    CÃES perdidos - quanta tristeza e descaso!

     Texto abaixo de Frada Joinville

    "INDIGNAÇÃO DA PROTEÇÃO ANIMAL
    O que vamos escrever aqui é compartilhado por todos que estão envolvidos na causa animal. Cada vez que vemos um anúncio de um gatinho ou cãozinho que se perdeu, nossa maior indignação é na verdade com o tutor.
    Sim, independente do motivo, o tutor é o responsável. "Ah mas minha tia, meu filho, o jardineiro, o pintor, o marciano deixou o portão aberto." Ou "mas o portão quebrou..." A culpa é sua e de mais ninguém, a casa é sua o cachorro/gato é seu e o responsável por ele é vc.
    "Ah mas ele tem o costume de dar voltinhas e dessa vez não voltou."
    Essa justificativa é pra deixar qualquer protetor a ponto de avançar no pescoço do tutor e dar com a cabeça dele na parede. Pra piorar a situação, geralmente esses cachorrinhos ou gatinhos que costumam dar voltinhas sozinhos não são castrados e se forem machos, saem fazendo filhotinhos por aí e o tutor assumir a cria que é bom não assume né? Se for fêmea, vai voltar prenhe e pra se livrar dos filhotinhos é um Deus nos acuda.
    Nessas "voltinhas" sozinhos, para o seu cão/gato não voltar para casa, pode ter acontecido uma série de coisas: ele pode ter seguido uma cadela/gata no cio e ter se perdido, pode ter ficado com medo dos trovões e ao correr para se proteger pode ter se perdido, pode ter sido atropelado, pode ter causado algum acidente, enfim, tudo por causa da total IRRESPONSABILIDADE DO TUTOR.
    Se o seu gato/cachorro foi roubado, boa parte da culpa é do tutor também, estamos avisando direto que estão roubando cães para usar como moeda de troca por drogas e se um animal foi comprado como um objeto, tb pode ser roubado como um objeto, por isso cuide melhor. Nada de ficar ostentando cãozinho de "grife" por aí e nem deixar ele sozinho na frente de casa. Deixar dar voltinhas sozinho então, aí é pedir pra roubarem mesmo... É o mesmo que deixar um iphone dando sopa por aí...
    Para que o seu cão/gato não fuja mais e/ou não seja roubado:
    1- Castre - A castração evita fugas por causa do cio e deixa cães/cadelas e gatos/gatas mais calmos. A castração também evita que seu cão/cadela de raça caia nas mãos de criadores de fundo de quintal;
    2- Coloque chip e plaquinha de identificação ;
    3- Cuidado com quem entra e sai da sua casa, a responsabilidade é 100% sua, ninguém vai cuidar para que seu bichinho não vá para rua a não ser você;
    4- Não permita que seu cão/gato dê voltinhas sozinho. Animais com tutores JAMAIS DEVEM DAR VOLTINHAS SOZINHOS, NUNCA, EM HIPÓTESE ALGUMA;
    5- Em dias de tempestade ou épocas festivas, dobre o cuidado porque cães e gatos tem medo de fogos e trovões e no desespero podem sair correndo e se perder.
    CUIDE DE SEU ANIMAL DE ESTIMAÇÃO COMO SE FOSSE UMA CRIANÇA DE 3 ANOS, PORQUE É ESSE O COMPORTAMENTO DELE ATÉ O FINAL DE SUA VIDA E VOCÊ É RESPONSÁVEL POR ELE ATÉ O FINAL."



    quarta-feira, 28 de janeiro de 2015

    Importância de parceiros na causa. Ainda sobre Sara e Maricota.

    Como já contei NESSE POST , assumi duas meninas lindas, Sara e Maricota. Prometi para ontem mais fotos e fatos, mas verão é complicado. Visitas e amigos nos tiram dos eixos e muitos cães também nos tiram da ordem. Gosto de registrar os resgates e ajudas e o post de hoje é para agradecer a Juliana Sell que se prontificou em ficar com as meninas de segunda a quinta para mim, mesmo morando em apto. Quem mora em apto sabe que cuidar de mais de um filhote não é fácil. A primeira semana após o resgate, doenças constumam aparecer pois a adrenalina baixa, com o ambiente seguro, atenção e comida a vontade, então é a hora de observar bem - todo cuidado é pouco! Compartilho as fotos que ela bateu, com as lindas literalmente nos pés dela, o tempo todo. Que canseira!  Obrigada Juliana!
     

     


    terça-feira, 27 de janeiro de 2015

    Nossa responsabilidade, sem dúvida.

     Adoro esta página:  Espiritualidade dos Animais
    O texto abaixo é deles, mas eu vivo falando o mesmo. Vale a pena ler. Sei que prometi as novas fotos e fatos das meninas resgatadas, Sara e Maricotinha, mas a semana está correndo e este texto eu tinha que compartilhar aqui, pois Facebook é bacana, mas pode ser que eu nunca mais ache esse texto de novo. Aqui facilita a leitura. 


    *DOMESTICAÇÃO DE ANIMAIS: BENEFÍCIOS e RESPONSABILIDADES*

    Se hoje há tantos animais na rua, é porque o ser humano os domesticou e os tirou de seu habitat natural, onde a natureza se encarregava de sua sobrevivência e de seu controle populacional.

    Fizemos isso, no passado, por comodidade: para tê-los como companhia, para proteger a casa, para caçar ratos, etc. Apenas visamos NOSSO bem estar.

    A domesticação em si não é condenável. Auxilia o animal, enquanto espírito em evolução, que caminha rumo à humanidade. Sendo os humanos seres sociáveis, o contato animais/humanos lhes proporciona ampliar sua consciência, desenvolvendo seu lado social, relacionamentos e sentimentos de amor, fraternidade, dentre outros.

    No entanto, o erro da domesticação praticada por nós foi esquecermos de que, ao domesticarmos uma espécie, teríamos TAMBÉM de ter arcado com nossas RESPONSABILIDADES perante ela, o que inclui evitar sua procriação descontrolada, que, dentre outros, acabou por ocasionar tanto abandono nas ruas.

    É urgente corrigirmos esse nosso erro, acolhendo os animais de rua, tanto quanto possível, e, ainda, sendo responsáveis por seu controle populacional por meio dos recursos que a Ciência nos oferece (castração).
    -------------------------------------
    Referência: O LIVRO DOS ESPÍRITOS

    Q.693.a – Há espécies de seres vivos, ANIMAIS e plantas, cuja reprodução indefinida seria prejudicial às outras espécies e das quais, em breve, o próprio homem seria vítima. Seria repreensível deter essa reprodução?

    Deus deu ao homem, sobre todos os seres vivos, um poder que ele deve usar para o bem, mas não abusar. Ele PODE regular a reprodução segundo as necessidades, mas não deve entravá-la sem necessidade. A ação inteligente do homem é um contrapeso posto por Deus entre as forças da Natureza PARA RESTABELECER-LHE O EQUILÍBRIO.


    domingo, 25 de janeiro de 2015

    Apresento Sara e Maricota

    No último dia 15 fui marcada no pedido de ajuda (ao lado) no facebook. Como só falta doar 1 menino da ninhada que foi resgatada em outubro, me prontifiquei a assumir duas cadelinhas e, no dia 16, Karina Rosa Braga e Roseane Mangrich trouxeram as meninas, magrelas e barrigudas, para mim. São uns tiscos de tão pequeninhas, mas deve ser pela desnutrição, pois tantos filhotes normalmente é sinal de porte médio. Mesmo assim, acho que não passarão de 10 kilos. São espertas, ativas, ainda estão sendo desverminadas e tomando probiótico. Por estarem numa cocheira, deveriam ter vermes que tem nas fezes dos cavalos. É mais difícil de desverminar e elas continuam barrigudas, mas também, comem feito loucas! Fome tadinhas...Hoje TODOS estão em lares de apoio, ainda bem! E as meninas são estas que estão no cartaz abaixo. Espero que vocês compartilhem em Floripa, tá? Obrigada. Amanhã contarei mais sobre as fofuchas e compartilharei com vocês as fotos e fatos da semana.


    quinta-feira, 22 de janeiro de 2015

    Simples assim!

    Cartaz maravilhoso, sem créditos.
     É impressionante como as pessoas se descartam de vidas
     como se fossem um objeto. Muito triste isso. 
    Se não puder cuidar, não tenha. 


    domingo, 18 de janeiro de 2015

    Artigo bem completo sobre CARRAPATOS e as doenças transmitidas por eles.

    A frase "QUEM AMA CUIDA" é perfeita.  Já escrevi 
    sobre este tema AQUI pois mais informação nunca
     prejudica.  Mantenha seus animais saudáveis e 
    limpos, por favor, isso é o mínimo!  Boa leitura.

    Carrapatos em cachorros – Doença 

    do carrapato

    Os carrapatos trazem grande desconforto aos nossos cachorros e além da coceira também podem passar doenças. Cães são alvos fáceis para os carrapatos, já que por si só não conseguem combatê-lo. Para podermos acabar com esse parasita precisamos antes de mais nada entendê-lo, a seguir preparamos um conjunto de informações para te auxiliar no combate ao carrapato no seu cão.

    O que são os carrapatos?

    Carrapatos são pequenos aracnídeos parasitas que necessitam de sangue para sobreviver e reproduzir.
    Os registros fósseis sugerem sua existência há pelo menos 90 milhões de anos e há mais de 800 tipos de carrapatos no mundo.
    carrapato em cachorro
    Carrapato em cães. Foto: Reprodução
    Eles não voam, não pulam (como as pulgas) e sim vão andando e se agarram no hospedeiro. Carrapatos possuem uma relação mais próxima com as aranhas e ácaros do que com insetos como pulgas. Eles podem atacar uma variedade grande de anfitriões, como cães, pássaros, gatos e humanos.
    Geralmente atacam no início da primavera até o fim do verão. Podem ser encontrados em todos os cantos, desde áreas urbanas à parques e se proliferam rapidamente em um ambiente.
    A maioria dos carrapatos não transmite doenças. Há, porém, uma variedade de doenças transmitidas por carrapatos e seus sintomas variam de acordo com o microbio (patogênese), assim como o tratamento.
    Apenas duas famílias de carrapatos, Ixodidae (carrapatos duros) e Argasidae (carrapatos moles), são conhecidas por transmitir doenças aos seres humanos. Carrapatos duros possuem escudos ou placa dura em suas costas, enquanto carrapatos moles não.
    Apesar das pessoas não poderem pegar essas doenças diretamente dos cães, carrapatos infectados podem morder os humanos e transmitir diretamente para o homem. Se o seu cão está exposto, você e sua família também estão.
    Carrapatos possuem um ciclo de vida complexo que inclui ovos, larvas, ninfas e adultos machos e fêmeas. A larva, as ninfas e os adultos precisam de sangue. Geralmente , a fêmea adulta (carrapato duro) é que mais causa mordidas, já que  é comum que os machos morram após a copulação.
    Apesar de que se não se alimentarem os carrapatos irão morrer eventualmente, muitas espécies podem sobreviver um ano ou mais sem uma refeição. Os carrapatos duros tendem a se alimentar por horas ou dias. A transmissão geralmente ocorre no final da refeição quando o carrapato está cheio de sangue. Carrapatos moles geralmente se alimentam por menos de uma hora. A transmissão de doenças nos carrapatos moles pode acontecer em menos de um minuto. A mordida de alguns dos carrapatos moles produz uma reação intensamente dolorosa.


    No Brasil, os carrapatos mais conhecidos são: carrapato-estrela e o carrapato-vermelho-do-cão. O micuim, ou carrapato-pólvora, é a larva do carrapato-estrela, que, quando adulto pode ficar do tamanho de um feijão verde. O carrapato-vermelho-do-cão, de cor marrom-avermelhada, é considerado a espécie mais difundida em todo o mundo.
    Os carrapatos carregam seu próprios minúsculos parasitas (protozoários e bactérias), que podem causar doenças muito graves em animais e seres humanos, uma vez que penetram na corrente sanguínea.
    Dentre elas, as mais conhecidas no Brasil são: a febre maculosa (transmitida principalmente pelo carrapato-estrela), a babesiose canina e a erliquiose canina (transmitida principalmente pelo carrapato-vermelho-do-cão).
    No Brasil não há um tratamento preventivo contra as doenças do carrapato. Por isso, é muito importante que você como dono sempre mantenha seu cão o mais livre de carrapatos possível.


    Esquerda: Primeira fase do carrapato. Direita: Fase adulta. Foto: Reprodução

    Ciclo de vida do carrapato


    Ovos: Podem ser milhares e, em duas semanas, estão prontos para dar origem às larvas.
    Larva: Após eclodir do ovo, a larva procura imediatamente por sangue. Uma vez alimentada, volta ao solo e muda para a fase evolutiva seguinte.
    Ninfa: Depois de mudar para ninfa, o carrapato procura por mais sangue. Uma vez alimentado, cai no solo e muda novamente, agora para a fase adulta.
    Adulto: Já adulto, o carrapato procura por sangue outra vez. Quando estão cheias de sangue, as fêmeas se desprendem do hospedeiro para realizar a oviposição no ambiente.

    Doenças de carrapatos:


    Babesiose: Causa uma severa anemia que pode danificar o fígado, os rins e o baço, sendo o primeiro sintoma uma febre de mais de 41 º C. A urina fica escura por causa da presença de sangue.  Algumas vezes, a doença causa sintomas neurológicos, como ranger de dentes ou comportamento trôpego, e os cachorros morrem em quatro dias. Para tratar a babesiose, usam-se drogas antiprotozoárias. No Brasil, a maior incidência de casos de Babesiose se dá no nordeste, sendo menos comum nos estados do Sul e do Sudeste. (LEIA MAIS SOBRE A BABESIOSE EM CÃES AQUI)

    Erliquiose: Produz uma ampla variedade de sintomas, desde sangramento nasal, febre de até 40,5º C até a supressão do sistema imunológico. A opção para tratamento são antibióticos, como tetraciclina. São encontrados casos da doença em todas as regiões do Brasil (LEIA MAIS SOBRE A ERLIQUIOSE EM CÃES AQUI)

    Doença de Lyme: Nos Estados Unidos, é a mais comum entre as doenças transmitidas por carrapato. No Brasil foram encontrados focos em São Paulo, Santa Catarina e no Rio Grande do Norte. O carrapato precisa sugar de 12 a 24 horas para transmitir a doença. Cães com doença de Lyme geralmente mancam, ficam desanimados e têm febre alta. Raramente, também apresentam erupção na pele, em formato de olho de boi, mas o pelo dificulta essa observação. O tratamento é feito com antibióticos.

    Febre maculosa: Causa febre alta, rigidez, respiração difícil, vômito, diarreia, edema na pata e no focinho, e, finalmente, sangramento nasal, na urina e nas fezes. Para que se fique infectado, o carrapato precisa sugar no mínimo quatro horas. Antibióticos como doxiciclina revertem os sintomas em um ou dois dias, desde que a doença seja tratada logo no começo. A febre maculosa pode ser uma doença muito grave, levando muitas vezes à hospitalização e registrando sequelas e casos fatais. No Brasil, mais notados estão em São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Espírito Santo, Bahia e Pernambuco.

    Paralisia do carrapato: Acredita-se que seja causada por uma neurotoxina existente na saliva do carrapato que, vagarosamente, paralisa o cachorro em um período de 48 a 72 horas. Se todos os carrapatos forem removidos, a paralisia normalmente desaparece em cerca de um dia.

    Removendo o carrapato do corpo do cão de maneira correta


    carrapato-remocao
    Removendo o carrapato com a pinça. Foto: Primeiros Socorros para Cães e Gatos . Amy D. Shojai
    1) Ao retirar o carrapato manualmente, não use os dedos e sim uma pinça com pontas cegas ou uma pinça hemostática.
    2) Coloque luvas médicas descartáveis e mantenha cuidado para não esmagar o carrapato na hora da remoção.
    3) Agarre o corpo bem próximo à pele do animal e ás peças bucais do carrapato e puxe-o para fora, em linha reta, suavemente, na direção oposta á extremidade da boca. Isso fará com que as peças bucais se soltem mais facilmente, ao invés de arrancar a cabeça enterrada na musculatura do seu animal.
    4) Quase sempre o carrapato sairá com um pedacinho minúsculo de pele. Não se preocupe se a cabeça se soltar e ficar enfiada na pele – isso quase nunca acontece, mas, se acontecer, não deverá causar problemas para a maioria dos animais. Ou o corpo do animal absorverá o material ou o expelirá em alguns dias.




    Cuidados posteriores…

    • Lavar o local da picada do carrapato com sabão líquido antisséptico à base de clorexidina ou pincelá-lo com um cotonete com um pouco de água oxigenada.
    • Aplique uma pomada antibiótica de neomicina e bacitracina.
    • Quando se remove o carrapato, é normal ficar uma saliência do tamanho de uma espinha. Deve desaparecer em 1 à 2 dias. Caso isso não aconteça e a saliência ficar do tamanho de uma ervilha, consulte seu veterinário. É provável que ele receite um antibiótico , como tetraciclina, para resolver qualquer infecção.
    • Uma picada de qualquer tipo de carrapato pode causar paralisia de carrapato, que geralmente atinge primeiro as patas traseiras. Se o animal começar, repentinamente, a puxar as patas traseiras ou tiver dificuldades de se  movimentar, procure seu veterinário. A maioria dos casos durará pouco tempo depois que o carrapato for removido.

    Como evitar a proliferação do carrapato em seu cão e no ambiente.


    Cão:
    • Cheque regularmente a pelagem do seu cão em busca de carrapatos.
    • Usar coleiras de proteção carrapaticidas
    • Banhos carrapaticidas. Em casos de infestação, renovar o banho a cada 15 dias.
    • Em cães com pelo longo, tosá-los na época do verão, que tem uma maior incidência de carrapatos.
    • Checar principalmente as áreas que o cão tem dificuldade em alcançar: Orelhas, patas, costas e cabeça.





    sexta-feira, 16 de janeiro de 2015

    Para alegrar o fim de semana.

    O que crianças e cachorros têm em comum? 
    TUDO. As fotos dispensam comentários.
    Compartilhei dessa linda página. Bom proveito!