segunda-feira, 26 de setembro de 2016

Cães do Canil de São José para adoção. MUITOS!

O whats app do Canil de São José está neste primeiro cartaz.
Lar de apoio até doar,  são bem vindos!










Os animais, nossos irmãos

  Redação do Momento Espírita, 
de maio de 2008
Quando nascem despertam a atenção e o carinho dos humanos.
São engraçadinhos, frágeis, tão pequenos.
        Cãezinhos de raças diversas são requisitados pelas crianças que desejam fazer deles seu brinquedo.
        E assim, eles são levados para casa.
Por vezes, adquiridos por alto preço,  pelo pedigree, pela pureza da raça. 

        Enquanto pequenos, tudo é levado em conta, de peraltices próprias de quem está descobrindo o mundo ao seu redor.
        A criança o leva para todo lugar,
e o cãozinho a segue, sempre fiel.
        Não é raro que durmam juntos e, à mesa, o animalzinho fica ao lado, aguardando os bocados que o pequerrucho lhe passa à boca.
        Brincam juntos no jardim, no interior da casa, nas piscinas.
        A criança nem sempre é suficientemente cuidadosa e por vezes, pisa na cauda do cão, puxa-lhe as orelhas, aperta-o em demasia.
        O animal solta um latido meio sufocado, dizendo da dor que sentiu, mas continua fiel, nem pensando em revidar a agressão, mesmo involuntária.
        Pulam, saltam, correm um atrás do outro, enquanto as  horas vão somando os dias...
        Cresce o animal.
Agora, já não é tão engraçadinho assim. Ele solta pêlo por todo lugar e, porque ninguém lhe ensinou o que ele podia e o que não podia fazer, é castigado porque arranhou o sofá da sala;
        Porque mordeu o chinelo recém comprado;
        Porque rasgou a bola, com os dentes ou porque as suas necessidades fisiológicas foram feitas em lugares inapropriados.
        A criança também cresce. 
Os interesses mudam e, um dia, o animal que vivia em uma família, rodeado por todos, dentro de casa, gozando da confiança doméstica, se vê colocado no quintal.
        Mas, como faz buracos, traz terra para o piso da garagem, é preso a uma coleira e uma corda.
        Ao menos fosse em lugar confortável. Contudo, por vezes, fica exposto ao sol, à chuva, ao vento. Preso!
        Suas pernas desejam correr, pular. Sua cauda abana a cada barulho significativo, seu bem conhecido, que os ouvidos registram: o carro chegando; a algazarra das crianças vindo da escola; o barulho da bola quicando no muro, no chão, na mão, no muro...
        Quando as luzes se acendem na casa, ele olha e fica aguardando que alguém se lembre dele, outra vez.
        Finalmente, chega um dia em que ele é colocado no carro da família. Vai alegre.
        A viagem é longa, por estradas que não acabam nunca. Então, o veículo estaciona.
        Ele corre para fora, esperando que alguém o chame, que corra atrás dele.
        Mas, logo percebe que o carro fecha as portas de novo e arranca, perdendo-se na poeira da estrada.
        Ele corre, tenta alcançar. Por que eles não param? Por que o esqueceram?
        Indesejável, foi abandonado.
        A partir daí, sua vida será um peregrinar pelas estradas, pelas ruas, à cata de comida, água, um lugar para morar. Cachorro sem dono.
        Não chegue perto. Ele pode morder.
        Não toque nele. Deve estar doente. Veja como está magro. Cachorro de ninguém.
        Seus dias acabarão logo mais, sob as rodas de um automóvel, ou por enfermidade ou tristeza.


**********
                                                 
 Pensemos, olhando nossos animais de estimação, como os estamos tratando.
        São seres vivos: têm fome, sede. 
Sentem cansaço, calor, frio, medo.
        Sobretudo precisam de afeto, de  atenção.
      Os animais estão sob a guarda e proteção dos homens.
        Assim dispôs a Lei Divina: que o homem 
        os protegesse e amparasse.
        Não percamos de vista este dever para com nossos irmãos neste mundo, os animais.

 



terça-feira, 20 de setembro de 2016

Totó, um lindo anjo com asas nas orelhas!

Os tumores de Totó se espalharam rapidamente. 
O levei na veterinária, assustada com a quantidade de 
caroços visíveis em todo seu corpo.
Já está com uma das pupilas dilatadas, provável metástase nos pulmões 
e agora vai tomar 2 tipos de analgésicos, um deles bem forte, até ele aguentar, sem sofrer. O prognóstico é péssimo pois são muitos tumores,
em várias partes 
do seu corpo. 
Consola um pouco o fato dele ter sido bem 
cuidado, ter  passeado muito por aí,
além de ter ganhado 
muito carinho, de várias pessoas.
Hoje eu fiquei sem chão, a Sônia Maria também, pois ela foi a pessoa que conviveu sempre com ele, há mais de 8 anos. 
Totó é um ser belíssimo que vai deixar saudade.
O q
uadro dele 
 é péssimo e não tem volta, infelizmente...



domingo, 18 de setembro de 2016

Xerife foi para um Lar de Apoio.


Depois que foi devolvido, Xerife foi para ho$pedagem e no ultimo mês ficou aqui no apto. Na sexta, foi para a casa de sua maninha, a Francisca, adotada pela querida Ana Kock, a quem agradeço a força. Ele é muito elétrico para apto. Como tem muita energia e é jovem, só quer brincar e aqui ficava muito sozinho.
Ele é um queridão, mas o tempo que passou com seus primeiros adotantes não foi bacana para ele, tadinho.

Enfim, agora é intensificar a campanha de adoção dele. Exigências: que seja casa e que tenha outro cão. Ele precisa de companhia, aliás, quem não?
Q

PS: Voltou na quarta feira, depois de 5 dias.
Abril do ano passado.